comunicado
18/05/2018 22:44 em RSS
ENQUANTO outras agremiações primam pela decência, pela ordem, pelo respeito aos seus membros e, sobretudo, ao público que, por dever de ofício, impõe-se seja serventuário - na mais nobre acepção da palavra-, a Associação dos Cronistas Desportivos de Alagoas – a tradicionalíssima ACDA -,  dos dias de hoje confunde os seus sagrados misteres, rasteja que  nem um verme abjeto, asqueroso, sob o solado dos pés de reputados “poderosos”.
 
      NUNCA, nos seus 74 anos de existência, a ACDA esteve tão abaixo da importância que sempre representou para os profissionais da crônica esportiva alagoana. Impõe-se ainda reconhecer, o respeito e o prestígio que sempre desfrutou em todas – absolutamente todas -, as camadas da sociedade alagoana. 
 
      VALOROSOS nomes da crônica especializada nos negócios dos esportes, honraram a ACDA. Eu sou um dos seus associados mais antigos. Continuo sendo, em que pese haver sido “excluído” sem aviso-prévio, do seu quadro de honoráveis. Eu só, não. Outros foram considerados “banidos” pelo despótico elemento que a preside, um certo Jorge Lins, justo o indivíduo que provocou a dissenção no seu quadro de associados. O cabra é safado. Joga sujo. Usa como escudo dois ou três lambaios (o tratamento que reservo para certos tipos é este mesmo) e arma seus expedientes sacanas às escondidas. Um dos seus lacaios é o sujeito que escreveu uma nota de “veemente repúdio” ao que chama de “conduta inurbana de integrantes da Associação de Cronistas Esportivos de Alagoas – ACEA! -, DISSIDÊNCIA da ACDA.
 
      PARA ESSES elementos o linguajar tem que rasteiro. mesmo.
 
      É INURBANA, sim, concordo, a minha conduta com relação a tipos pulsilânimes e cretinos. Vista a carapuça aquele que se julgar ofendido. Vesti a minha, quando me chamaram de “medalhão, cujo nome não merece ser citado”. 
 
     SOU UM MEDALHÃO, é verdade, com invejável currículo. São 62 anos INIMTERRUPTOS de exercício da profissão de jornalista, além de quase 50 de atividade na mais difíceis das funções públicas, que é a de prevenir e punir o crime, enfrentar bandidos, disparar e levar tiros contra esses. E você, canalha, o que esteve fazendo na vida? Ao tentar me desmerecer, você mexeu com a dignidade de um homem, que dela não abre mão, em qualquer circunstância.
 
      VOCÊ, escriba de meia-tijela, não cita o meu nome tenho certeza que não é por menosprezo. Tampouco, por respeito. É por pulsilanimidade, mesmo.
 
     ESSA PIADA que você escreveu, de ordem do seu presidentezinho imoral e covarde, e que teve a pretensão de  representar o pensamento de todos os associados da ACDA, ela não patenteia nada. Reitero: é uma piada. E fique certo, nem todos os colegas dignos e de bem da ACDA aceitam as sacanagens praticadas pelo seu líder. Como são pessoas pacatas, mesmo indignadas toleram as malandragens do cara.
 
      QUEREM ir à luta? Metade da minha vida eu utilizei enfretando toda sorte de bandidos. Com urbanidade eu trato as pessoas de bem. Minhas diatribes são abertas, claras, desassombradas.
 
      EU AVISEI. Com gente sacana, insidiosa e cretina, o tratamento é deste pra pior. O velhinho aqui não abre parada, não.
 
 
(Por: Aílton Villanova)
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