Suspeitos de matar adolescente em Maceió já tinham mandados de prisão por outros crimes, diz polícia
22/10/2018 16:03 em POLICIA

Por G1 AL

 

Os suspeitos de assassinar a adolescente Giovanna Lopes Cavalcante Porangaba, 15, tinham mandados de prisão e de busca e apreensão em aberto por outros crimes de roubos e homicídios. A informação foi divulgada pela Polícia Civil nesta segunda-feira (22).

 

O crime aconteceu no sábado (20). A adolescente foi baleada na cabeça quando chegava em casa de carro por homens que praticavam assaltos na região. Na madrugada desta segunda, três dos quatro suspeitos do homicídios foram mortos em uma operação policial. Um ainda está foragido.

 

"Todos com passagem pela polícia, com mandados de prisão em aberto. O menor tinha mandado de busca e apreensão em aberto também", afirmou o delegado Fábio Costa, durante entrevista coletiva à imprensa.

 

Os suspeitos mortos foram identificados como Gustavo Geraldo Oliveira dos Santos, Maciel Gomes Sarmento e um adolescente de 17 anos, conhecido como Vitinho Santos. O nome do suspeito que conseguiu fugir não foi divulgado.

 

Eles foram encontrados na Grota do Rafael, no Jacintinho. Na ação, a polícia ainda apreendeu dois revólveres calibre 38, uma espingarda 12, roupas usadas pelos assaltantes no dia do crime e uma mochila de cor verde, utilizada pelo autor do disparo que matou a jovem.

 

corpo de Giovanna foi sepultado no domingo (21) no cemitério Parque das Flores, em Maceió. Familiares e amigos se reuniram para se despedir da adolescente.

 

Segundo a polícia, foi Gustavo dos Santos quem deu o tiro fatal. Ele e os outros suspeitos constumavam praticar crimes juntos, sempre dando apoio uns aos outros.

 

"Eles se revezavam nas ações, fingiam que estavam apenas passando, e se houvesse a necessidade de apoio a quem estava cometendo o crime de fato, os outros entravam em ação", detalhou Fábio Costa.

 

O trabalho da polícia agora é para tentar encontrar o quarto suspeito.

 

"Já temos indicativo de autoria. A Delegacia de Homicídios vai levar [a investigação] à frente, para a gente vir a capturá-lo e prendê-lo. A gente não pode revelar a indentificação dele pra não prejudicar a ação, que ainda está em andamento", disse o delegado Thiago Prado, que também participou da operação.

 

 

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